Brasileiros garantem o nível do Mundial de Skate, no Ibirapuera
São Paulo, 07 (AE) - Começa quinta-feira, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a última etapa do Mundial de Skate da World Cup Skateboarding (WCS). Apesar da ausência dos norte-americanos Andy Macdonald e Brian Anderson, campeões antecipados nas categorias vertical (pista em forma de U) e street (rua), respectivamente, o nível técnico da competição deve ser alto. Isto por causa da participação de muitos representantes do Brasil, atualmente considerado a segunda potência mundial do esporte.
Esta será a segunda vez que o Brasil será sede de uma etapa do Mundial da WCS, uma empresa que trabalha como uma espécie de federação. A entidade foi estruturada por Don e Danielle Bostick
ex-assistentes do pai do lendário Tony Hawk, dono da extinta National Skateboarding Association (NSA), uma espécie de confederação do skate.
Apesar do Mundial da WCS contar com 20 provas anuais, o ranking é definido pelos seis melhores resultados de cada atleta. Por isso, Andy Macdonald e Bucky Lasek já garantiram, respectivamente, a primeira e a segunda posição do ranking na categoria vertical e não estarão no Brasil. Na street, Brian Anderson, já campeão, também não competirá no País.
Com a ausência dos norte-americanos, na categoria vertical, o caminho fica aberto para os brasileiros Bob Burnquist, Lincoln Ueda e Carlos de Andrade, o "Piolho". Burnquist é o maior astro brasileiro. Em 1997, apesar de ter conquistado mais pontos no decorrer da competição, terminou o circuito em segundo lugar por causa do regulamento. No entanto, ganhou o título de melhor skatista de 1997 da revista Trasher. No categoria street, com a ausência de Frazer, Rodil "Ferrugem" deve vencer a etapa. Por não disputar muitas provas internacionais, o paranaense não ocupa uma boa posição no ranking da WCS.





