A evolução do basquete brasileiro mostrada no Pré-Olímpico de Mar del Plata e o envelhecimento da geração mais vitoriosa da modalidade na Argentina faz com que o Brasil passe a ser candidato a ocupar o posto que hoje é dos hermanos de principal equipe da América Latina.
''Condições para isso temos. Sempre aparece uma molecada nova boa e dentro de pouco tempo, acredito que o Brasil será novamente uma potência do basquete não só sul-americano, mas no mundo'', projetou o pivô Caio Torres.
Vice-campeã mundial em 2002 e campeã olímpica em 2004, a Argentina foi o grande do continente na última década. No Pré-Olímpico, disputado na casa do rival, o time brasileiro conseguiu superá-lo. ''Foi uma das melhores sensações. Na final quase ganhamos também'', ressaltou Torres, lembrando da importância do técnico argentino Rubén Magnano, campeão olímpico em 2004. ''Ele sabe o caminho da glória. Foi diferente de tudo o que eu já tinha visto. Ele é bom em tudo''. (T.M.)

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