Atenas - Uma das primeiras delegações de esgrima a desembarcar em Atenas, a equipe brasileira enfrentou nos últimos dias um sério problema na preparação para a Olimpíada: a falta de companhia para treinar. A questão foi resolvida ontem, com a chegada dos principais adversários brasileiros nos Jogos.
''Jogamos contra Venezuela, Canadá, Cuba e Romênia, e isso é ótimo para nós. Até já combinei com os cubanos e canadenses para treinar no mesmo horário amanhã'', disse Renzo Agresta, 19 anos, único representante masculino da esgrima brasileira, que compete no sabre. Ao seu lado, as esgrimistas Élora Pattaro e Maria Júlia Herklotz também representam o país.
''Estamos treinando em um local ótimo perto da Vila, que tem ar condicionado e 12 pistas elétricas. Preferimos treinar de manhã para nos acostumarmos a acordar cedo, como será no dia da competição'', declarou o esgrimista.
Essa é a primeira vez em que o esgrimista participa de uma edição das Olimpíadas. Ele garante, no entanto, que está tranquilo. ''Minha única ansiedade é pelo sorteio das chaves, no dia 12'', disse.

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