Brasileiro crê na vitória e admite ir para a Ferrari
Agência Folha
Rubens Barrichello foi cauteloso ao falar, após o treino oficial, sobre suas possibilidades para a prova de hoje, em Magny-Cours. A chance de uma vitória é pequena. Mas é possível, disse o brasileiro. Tenho um carro competitivo aqui nesta pista. O importante é fazer uma boa largada.
Pela pole, o piloto ganhou de seu patrão, o escocês Jackie Stewart, um
relógio Rolex, de ouro. Segundo Barrichello, seu carro está bem ajustado tanto para pista seca como para molhada. A meteorologia prevê chuva na região de Magny-Cours, durante o GP.
Pela primeira vez, o brasileiro admitiu que vem mantendo negociações com McLaren e Ferrari para a temporada do ano que vem. Conversas existem. É importante falar para o Brasil que, hoje, estou na melhor situação da minha carreira para conversar com as equipes grandes, afirmou. Ainda estou longe de fechar alguma coisa para o ano que vem. Mas o grande sonho, se for analisar friamente, seria pilotar para a Ferrari.
Maiores rivais na disputa pelo título, Michael Schumacher, da Ferrari, e Mika Hakkinen, da McLaren, largam longe um do outro. O alemão sai na sexta posição no grid. Hakkinen enfrentou mais dificuldades na chuva e, no fim da sessão de ontem, conseguiu tempo para largar em 14º.
Foi um treino caótico. A pista estava perigosa e, mesmo nas retas, havia risco de rodar, disse Schumacher, vice-líder do Mundial, com 30 pontos. Hakkinen, que lidera o campeonato, com quatro pontos a mais que o rival, disse que a chuva não era desculpa, pois choveu igual para todo mundo.





