Londres - A contusão sofrida pelo atacante Eduardo Silva poderia ter tido um final bem mais trágico do que fornecer um desfalque ao Arsenal e à seleção da Croácia. Segundo o médico dos gunners, Tim Allardyce, a fratura e deslocamento do pé esquerdo do jogador por pouco não culminou em uma amputação.
''Ele poderia simplesmente ter perdido o pé. Quando há um deslocamento daquela maneira, a circulação sanguínea fica seriamente prejudicada. Se a cirurgia não fosse imediata, a amputação ficaria como única opção'', explicou o médico.
Sem condições de jogo, o atacante deverá se ausentar dos gramados por até nove meses e ainda terá dificuldades em sua recuperação, que, devido à gravidade da lesão, será lenta e dolorosa.
Já o zagueiro Martin Taylor não deve mais ter sossego após o violento lance em que fraturou a fíbula de Eduardo da Silva. De acordo com o jornal inglês Daily Star, o jogador do Birmingham, expulso logo após aplicar o carrinho aos três minutos de jogo, vem sendo ameaçado de morte por torcedores dos Gunners.
A publicação diz que apaixonados pelo Arsenal estão trocando mensagens na internet para ''vingar'' o que o defensor inglês, de 28 anos, causou ao brasileiro.

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