O Brasil foi o grande vencedor do 9º Campeonato Ibero-Americano de Atletismo, com 18 medalhas de ouro, 16 de prata e 11 de bronze, somando 45 medalhas. A Espanha, em segundo, conseguiu o total de 22 medalhas. A competição começou no sábado e terminou na noite de ontem no estádio Célio de Barros, no Rio.
Apesar disso, os atletas brasileiros que tentavam obter o índice para as Olimpíadas não conseguiram o resultado mínimo exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo.
As marcas podem ser atingidas até 6 de agosto, com exceção da maratona e da marcha de 50 Km, cujo prazo termina no próximo dia 31.
Vicente Lenilson de Lima obteve o tempo de 10s28 nos 100m rasos e não conseguiu a vaga para Sydney. A CBAT exige 10s20.
‘‘O mais importante foi ter conseguido aumentar meu rendimento’’, disse Lenilson, que acredita em melhores resultados nas próximas competições.
Claudinei Quirino da Silva, recordista sul-americano dos 200m (19s89) já estava convocado para as Olimpíadas. Ele fez 20s23 e venceu a prova de ontem.
Na prova de 200m André Domingos da Silva chegou em segundo, logo depois de Claudinei Quirino. Com o tempo de 20s56, André não atingiu o mínimo para conseguir a vaga em Sydney. Ele deveria ter feito 20s49.
Maurren Maggi é outra atleta que tem lugar garantido para Sydney. Ela tem o recorde sul-americano de salto em distância (7,26m) e obteve a oitava colocação no Mundial de Sevilha.

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