Brasil vai promover Pré para tentar garantir vaga
Agência Estado
Do Rio de Janeiro
Nem a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) fomentou expectativa. Certa de que a seleção masculina não vai se classificar para a Olimpíada via Copa do Mundo, a entidade se movimentou para organizar o Pré-Olímpico no Brasil. Três derrotas, a última, ontem, por 3 a 2 (25/20, 21/25, 19/25, 25/22 e 15/12) para a Rússia, e uma vitória relegaram a meramente matemáticas as chances de a seleção conquistar uma das três vagas na Copa do Mundo do Japão.
Por US$ 50 mil pagos à FIVB (Federação Internacional de Vôlei), a CBV assegurou o direito de abrigar o Pré-Olímpico, em que estará em disputa um lugar em Sidney-2000. O torneio acontecerá de 11 a 15 de janeiro, em São Paulo ou Campinas. Se não houver reviravoltas, estarão nele: Colômbia, Venezuela, Brasil e Argentina, que participa da Copa do Mundo e com performance igual à dos brasileiros, ou seja, não deve se classificar.
A movimentação em torno do Pré-Olímpico foi confirmada ontem por Ary da Graça Filho, presidente da CBV, no Rio, durante o evento que deveria ser o lançamento da Superliga 99/2000. O que mais Graça Filho fez foi tentar amenizar o fracasso do masculino já que uma semana atrás, a seleção feminina se classificou. Tenho que confessar que estou furioso, triste (com a campanha), afirmou . Em seguida: Perder, tem que perder um dia. Você não pode querer que o jogador renda o mesmo 360 dias por ano.





