Brasil tem desempenho ruim quando jogo fora
Agência Estado
De Amsterdã
Das 23 partidas da Seleção Brasileira sob o comando do técnico Wanderley Luxemburgo, cinco foram no campo do adversário. O desempenho, sob este aspecto, é ruim três derrotas (Coréia do Sul, México e Argentina), um empate (Barcelona) e uma vitória (Japão). Entre o treinador e os atletas, poucos sabem explicar a razão do insucesso. Não preparo minha equipe para ganhar ou perder fora de casa, explica Luxemburgo. São resultados que aparecem naturalmente. Em junho, foram dois amistosos no Brasil contra a Holanda uma vitória e um empate.
A apresentação dos atletas, ontem, no Hotel Amsterdam Inn, foi sendo feita aos poucos. Os espanhóis Sávio e Roberto Carlos foram os primeiros a chegar, por volta das 16 horas locais (meio-dia no Brasil). Depois vieram os alemães Evanílson, do Dortmund; Elber, do Bayern de Munique; Silvinho, do Arsenal; Émerson, do Bayer Leverkusen; César, do Paris Saint-Germain; e Ronaldo da Inter. Depois, chegaram oito brasileiros, acompanhados da comissão técnica. Pouco mais tarde, foi a vez de Rivaldo. Cafu, Antônio Carlos e Marcos Assunção, da Roma, chegariam no fim da noite.
Hoje, a seleção tem programados dois treinos, pela manhã e à tarde. Segundo Luxemburgo, não haverá coletivo até sábado, dia do jogo. A definição do time titular sai hoje. Na Holanda, o técnico Frank Rijkaard chamou, de última hora, o zagueiro Winston Bogarde, do Barcelona, para substituir os machucados Jaap Stam (contusão no tendão de Aquiles) e Frank de Boer (lesão nos ligamentos do joelho esquerdo).





