Agência Estado
De Manila, Filipinas
O Brasil quer garantir presença nas semifinais do Grand Prix Feminino de Vôlei com uma vitória sobre a Itália, amanhã, na estréia da segunda fase da competição. O jogo será às 8h25 de Brasília, com transmissão ao vivo da Rede Globo. A concentração da equipe para a partida é total. ‘‘É Itália o dia inteiro’’, diz a atacante Virna. ‘‘A gente acorda, treina e dorme pensando no jogo.’’
A jogadora afirma que o time tem estudado as adversárias. ‘‘Assistimos a vários vídeos delas, principalmente o da partida que fizemos na primeira fase’’, completa. O time italiano, segundo Virna, tem evoluído ao longo da competição e adquiriu confiança após boas apresentações no campeonato. O Brasil é líder invicto da competição, perdeu apenas um set, enquanto as italianas estão em terceiro lugar.
‘‘A Itália tem jogadoras altas e o bloqueio é o forte do grupo’’, observa Virna. ‘‘Elas também são taticamente evoluídas e estudam bem as jogadoras que vão enfrentar — para qual lado elas costumam bater e coisas assim.’’
Bernardinho tem o time titular praticamente definido. Além de Virna, vai escalar a levantadora Fofão, mais Leila, Ana Moser e Janina, com Ricarda de líbero. Karin, que ontem não treinou por causa de dores nas costas, é a única dúvida do técnico para o jogo. Se não puder atuar, Walewska será a substituta. Segundo Bernardinho, a opção de escalar Leila no lugar de Elisângela, que foi titular nos Jogos Pan-Americanos, é natural. ‘‘A Leila ficou três meses parada por causa de um problema no ombro e foi natural não começar bem em Winnipeg’’, comentou. ‘‘Mas em Macau ela mostrou que cresceu e está se recuperando.’’
O técnico afirma que está fazendo do Grand Prix um laboratório para o Sul-Americano e a Copa do Mundo. O intervalo entre as duas competições é de apenas 40 dias.

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