São Paulo - É com total otimismo que a seleção brasileira de beisebol entra em campo hoje, às 22 horas (de Brasília), para enfrentar os favoritos cubanos, donos da casa, pelas quartas-de-final do Campeonato Mundial, em Havana. Os brasileiros, que já acharam que era impossível vencer os cubanos, uma das potências mundiais da modalidade, querem ao menos tentar ''beliscar'' os adversários.
Segundo o técnico do Brasil, Mitsuyoshi Sato, os atletas estão tranquilos para a partida. ''Todos estão muito bem preparados psicologicamente, prontos para qualquer situação. Com quatro vitórias e três derrotas, conseguimos nos classificar entre as oito melhores equipes, que era o que queríamos desde quando saímos do Brasil. Mas não é por isso que já estamos satisfeitos'', afirma o treinador.
Mitsuyoshi sabe que a partida de hoje será duríssima, já que além dos rivais no campo, o estádio Latino-Americano, com capacidade pa 55 mil torcedores, deve estar lotado: ''O desafio a partir de agora é maior. Todos sabem disso na equipe, mas a gente vai tentar lutar de igual para igual com Cuba, e com quem vier daqui para frente.''
O arremessador Fernando Oda endossa: ''Antigamente, Cuba botava medo em qualquer um. Só que a gente sabe que nosso beisebol melhorou muito nos últimos anos. No Pan de São Domingos, nós jogamos contra Cuba e foi muito parelho, apesar de termos perdido de 4 a 0.''
As outras partidas das oitavas serão entre Estados Unidos e Taiwan, Nicarágua e Panamá e Coréia e Japão. Se o Brasil perder de Cuba, enfrenta o perdedor entre Estados Unidos e Taiwan, na briga de quinto a oitavo lugares.

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