France PressePrestigiadoRonaldinho dá autógrafos em Riad: apesar de ter jogado mal diante da Austrália, atacante foi mantido Vencer a Copa das Confederações deixou de ser, definitivamente, a prioridade da Seleção Brasileira. Para Zagallo, o principal é sair da Arábia com ‘‘a cabeça feita’’, ou seja, o time definido para a Copa da França. ‘‘Quando cheguei, queria de qualquer jeito ganhar o torneio. Continuo querendo, mas o objetivo maior é testar os jogadores e escolher o grupo certo para o Mundial’’, disse Zagallo.
Para o último jogo na primeira fase da Copa das Confederações, hoje, às 15 horas de Brasília, contra o México, o técnico fará mais quatro alterações em relação ao empate diante da Austrália. No meio-campo, entram Dunga, o capitão, no lugar de César Sampaio, Denílson, no de Rivaldo, e Juninho, no de Leonardo. No ataque, a esperada volta de Romário, no lugar de Bebeto.
Para Zagallo, as modificações no time são um risco calculado. ‘‘Se perdermos a competição, seremos crucificados, mas estou preparado e tenho a certeza de estar fazendo a coisa certa. É que, no Brasil, se a seleção ganha de um, vão dizer que não fez dois.’’ Sobre a equipe que vai à Copa, o técnico, por enquanto, prefere o silêncio. ‘‘Sei que vocês (jornalistas) estão ansiosos, mas eu também estou. Nesse caso, não adianta insistir. Água mole em pedra dura tanto bate que não fura.’’
Se o Brasil perder para o México e a Austrália pelo menos empatar com a Arábia, na preliminar, não será difícil explicar a eliminação da equipe. O culpado será o cansaço. Para Zagallo, os jogadores estão exaustos. ‘‘O time na Copa será outro, porque ninguém estará estressado como hoje. É final de temporada no Brasil.’’
Para ser a campeã do Grupo A, a Seleção precisa vencer o México pela mesma diferença de uma eventual vitória da Austrália contra a Arábia Saudita.FICHA TÉCNICA

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