Atletas de cinco países iniciam hoje, no Ginásio Moringão, em Londrina, as disputas do 11º Brasil Open de Taekwondo, tradicional evento da modalidade no País. Conforme os organizadores, mais de 800 atletas do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Equador estarão participando dos combates, a partir das 9 horas. A expectativa de público é grande. Pelo menos 5 mil pessoas devem comparecer no Moringão nos dois dias de evento.
As lutas, masculinas e femininas, serão divididas por categorias: Fraldinha (até 6 anos), Mirim (até 9 anos), Infantil (até 13 anos), Junior (até 17 anos), Adulto (até 30 anos) e Máster (mais de 30 anos). Hoje entrarão no tatame os faixas pretas. Amanhã será a vez dos atletas iniciantes, que usam faixas coloridas.
O mestre Fernando Goulart, um dos organizadores do evento, explica que essa é a nona vez que Londrina sedia o Brasil Open de Taekwondo. ''A cidade é um pólo nacional do esporte, pois grande parte da seleção brasileira treina aqui, como a Natalia Falavigna, o Diogo Silva e o Gilvan Santos'', esclareceu. ''A Natália, por exemplo, surgiu no Brasil Open'', completou Fernando Madureira, técnico da seleção brasileira e outro organizador da competição.
Os três atletas citados não disputarão o Brasil Open por já fazerem parte da seleção brasileira. Se não estarão lutando, certamente, acompanharão as lutas, pois os campeões do Brasil Open estarão classificados para a seletiva que definirá os atletas que representarão o País nos Jogos Pan-Americanos e no Campeonato Mundial, ambos em 2007.
''É importante para conhecer o nível de nossos adversários e montar nosso plano de treinos'', explicou o atleta Gilvan Santos, que acaba de retornar de Macau onde foi campeão na categoria até 58 kg dos Jogos da Lusofonia, competição destinada a países que falam a língua portuguesa. Ele conquistou o título do Brasil Open em quatro oportunidades.
Além das lutas serão realizadas demonstrações. ''Teremos ainda competição de toonse, que é uma espécie de luta imaginária, que utiliza técnicas de defesa pessoal, e também de quebramento, inclusive com a participação de crianças'', explicou Goulart.

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