Curitiba - Com o apoio da torcida que compareceu mais uma vez na Arena da Baixada, na sexta-feira (7), o Brasil venceu os Estados Unidos por 3 a 1 (25-20, 23-25,25-20 e 25-19) e garantiu a vaga na final da Liga Mundial neste sábado (8), às 23h, em Curitiba. O time da casa pegará a França que venceu o Canadá por 3 a 1 na disputa pela outra vaga.



Para chegar até a grande decisão, a seleção começou a semifinal forçando o saque e logo abriu 5-1 no primeiro set. Assim como nas duas primeiras partidas da reta final da Liga Mundial, o Brasil manteve o ritmo forte no primeiro set fechou em 25-19 após erro do adversário.

O segundo set se tornou um desafio para o Brasil, que vinha de revés contra o Canadá e Rússia após começar bem o jogo. O sobe e desce entre os sets atrapalhou, novamente, o Brasil e a equipe norte-americana chegou aos 22-17. A seleção chegou a reagir e empatou em 23-23, mas os Estados Unidos pediram tempo e chegaram ao set point na bola seguinte. O saque forçado quebrou o passe brasileiro e o visitante fechou o set em 25-23.

O Brasil voltou mais ligado no terceiro set e fez 4-0 no ataque para fora de Benjamin Patch. A seleção administrava a vantagem e o adversário provou do próprio veneno no ace de Lucão, que soltou o braço no saque no 9-3 para o Brasil. A bola no meio de rede funcionava muito bem e Bruninho levantou, com uma mão, para Lucão cravar na quadra americana e levar a seleção aos 16-11. A seleção fechou o terceiro set após desafio norte-americano, que confirmou que a bola de Taylor Sander foi para fora sem tocar no bloqueio brasileiro.

O Brasilcontinuou superior no quarto set. O técnico norte-americano John Speraw mexeu na equipe na tentativa de subir a rede. Mas, com uma sequência incrível de saques de Maurício Borges, o Brasil conseguiu quebrar o passe americano e forçou erros seguidos do adversário, chegando ao match point. Borges repetiu mais uma vez o saque balanceado e a seleção fechou o jogo em 25-19 com um ace. Wallace e Lucão foram os principais pontuadores brasileiros com 18 e 13 pontos, respectivamente.

"A gente faz essa mudança (no saque) para quebrar, o que facilita o triplo no bloqueio. É mais fácil pra gente e fica mais difícil pra eles. Agora, não importa o adversário (da final), a gente tem que colocar em prática o que a gente vem treinando", afirmou Maurício Borges, na saída da quadra. (R.F)

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