São Paulo - Em sua melhor partida até o momento no Campeonato Mundial, a seleção brasileira masculina de basquete não resistiu à força dos EUA e perdeu por 70 a 68 (43 a 46 no primeiro tempo), ontem, em jogo válido pela terceira rodada do Grupo B.
Antes, o time comandado pelo técnico argentino Rubén Magnano havia vencido o Irã por 81 a 65, na estreia, e a Tunísia por 80 a 65, na segunda rodada. Já os norte-americanos somam três vitórias na competição.
Brasil e Estados Unidos fizeram uma partida equilibrada desde o primeiro quarto. Com uma marcação forte, a seleção brasileira teve uma atuação brilhante nos primeiros dez minutos e ganhou por 28 a 22. No segundo período, os norte-americanos conseguiram diminuir a vantagem e venceram por 21 a 18. Assim, o primeiro tempo terminou com vitória brasileira por 46 a 43.
No terceiro quarto, o Brasil conseguiu continuar à frente do placar até o quarto minuto, quando os Estados Unidos viraram e abriram cinco pontos de vantagem. Com isso, os americanos venceram por 18 a 13 (61 a 59).
Na última parcial, a equipe de Ruben Magnano conseguiu empatar e teve a chance da vitória. Nos últimos dez segundos, Marcelinho Huertas arrancou e arremessou, mas deu aro. O jogador brasileiro ainda recebeu a falta. Ele desperdiçou os dois lances livres, um deles de propósito. O Brasil ainda teve o rebote com Leandrinho, que arremessou, mas perdeu a cesta. Com isso, os Estados Unidos venceram por 70 a 68.
Agora, o Brasil volta a quadra amanhã, quando enfrenta a Eslovênia, pela penúltima rodada da primeira fase.
Doping
A Federação Internacional de Basquete (Fiba) anunciou ontem o maior programa antidoping de sua história com o objetivo de erradicar esta prática neste esporte, começando com um plano de ação recorde colocado em prática no Mundial da Turquia. Os organizadores já tiraram 48 amostras nos dois primeiros dias de competição, de dois jogadores de cada equipe, e deverão tirar outras 60, o que elevaria o número de testes para mais de 100.
''É um recorde na história da Fiba e isto mostra nosso compromisso na luta contra o doping e para manter este esporte limpo, como sempre foi e esperamos que continue sendo no futuro'', explicou o secretário-geral da Fiba, Patrick Baumman.

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