A Holanda será o primeiro adversário do Brasil na Liga Mundial de Vôlei, que começa a ser disputada neste mês. O confronto está marcado para sexta-feira, em Groningen (Holanda), e marcará a estréia de Bernardo Rezende, o Bernardinho, no comando da equipe masculina. Até o ano passado, Bernardinho dirigia o selecionado feminino e também o Rexona, de Curitiba.
Este ano, 16 seleções, divididas em quatro grupos, disputam o torneio. Brasil e Holanda estão no Grupo D, que ainda tem Alemanha e Estados Unidos. Apenas os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a segunda fase.
UnisulPela primeira vez na história da Superliga, uma equipe terá dois técnicos. Além de estrear na função, o argentino Weber continuará dentro da quadra atuando como levantador. Marcos Pacheco, ex-auxiliar técnico da Ulbra nas três últimas temporadas, será o segundo treinador da Unisul, de Florianópolis. ‘‘Teremos uma equipe cúmplice em tudo’’, disse o gerente de esportes da equipe, Renan Dal Zotto, que, apesar de inovar no Brasil, copiou o modelo de comissão técnica utilizado pelo Alpitour Cuneo, quarto colocado no Campeonato Italiano. O time foi orientado pelo levantador Ferdinando De Giorgi.
Outra novidade na temporada é uma equipe feminina comandada pela técnica Isabel, em Campos (RJ). Vice-campeã brasileira com o Vasco, a treinadora ainda não recebeu os quatro meses de salários atrasados. ‘‘Estamos em negociação’’, disse. Este deverá ser o único time carioca na competição. Vasco e Flamengo devem fechar as portas e o Macaé (assim como a Força Olímpica, de Brasília) não terá mais o patrocínio da Petrobrás. No masculino, o time de Araraquara também perdeu o apoio da Lupo.

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