Sassari, Itália - Em um ano em que o principal objetivo é a conquista do título inédito no Mundial da Itália, entre setembro e outubro, a seleção brasileira feminina de vôlei estreia nesta sexta-feira no Grand Prix. O primeiro desafio será a China, a partir das 12h30 (horário de Brasília), em Sassari, na Itália. E o Brasil, como atual campeão do torneio, entra novamente como favorito.
Na primeira fase do Grand Prix, serão nove jogos para cada seleção, em três rodadas diferentes, sendo que as quatro melhores avançam para as finais, marcadas para acontecer de 20 a 24 de agosto, no Japão. Neste fim de semana, o Brasil estreia contra a China e ainda enfrenta Itália e República Dominicana. Depois, jogará em São Paulo e na Tailândia em busca da classificação.
Atual bicampeão olímpico, o Brasil vai em busca de seu 10º título na história do Grand Prix, mas sem tirar da mente que o principal objetivo da temporada é o Mundial. "É a competição de nível mais alto até aqui na temporada. E tão importante quanto pensarmos no título é fazer do Grand Prix um bom teste para o Mundial", avisou Fernanda Garay, uma das estrelas brasileiras.
Na estreia do Grand Prix, a adversária é umas principais forças do vôlei feminino mundial. "Jogar contra a China é sempre difícil porque elas têm um jogo muito rápido. Precisamos sacar bem para tirar o passe da mão da levantadora. Estamos estudando bastante o jogo delas e o nosso saque será decisivo", disse Camila Brait, a nova líbero da seleção, após a aposentadoria de Fabi.
"A China tem jogadoras de muito talento. A base do jogo delas está na velocidade e nas combinações de ataque. Hoje, a Zhu é uma das melhores atacantes do mundo e é uma preocupação. As duas opostos são canhotas e as centrais dão muitas opções de ataques para a levantadora. Por isso, precisamos sacar bem e a nossa relação entre o bloqueio e a defesa precisa funcionar. A nossa atenção tem que ser redobrada em função da velocidade delas", explicou o técnico José Roberto Guimarães.

mockup