A seleção brasileira feminina de vôlei estréia hoje, em Xangai (China), na terceira rodada do Grand Prix Mundial, contra os Estados Unidos, precisando de vitória. O técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho, teme não poder contar com a atacante Leila entre as titulares. Musa dos asiáticos - que seguem a jogadora em busca de fotos e autógrafos -, a atleta foi a melhor pontuadora da segunda rodada do GP. Leila sente fortes dores na região lombar e, ontem, os integrantes da comissão técnica não tinham certeza se poderá jogar.
Brasil e Estados Unidos jogam às 8 horas (de Brasília). Os Estados Unidos ocupam o último lugar na classificação geral - perdeu os seis jogos que disputou - e, por isso, é considerado um adversário frágil, diante do Brasil, que está em quarto no torneio. O Japão, amanhã, e a China, no domingo, serão os outros adversários da seleção nesta última rodada do GP. Se obtiver duas vitórias nesta etapa, o Brasil se classifica para a fase decisiva do GP. Nos outros jogos de hoje, pelo grupo de Chennai (Índia), a Rússia enfrenta a Coréia do Sul e a Itália joga com Cuba.
Bernardinho disse que será ruim se o Brasil não puder contar com Leila - a atleta ficou fora dos últimos três treinos. ‘‘Não sei como ela vai estar, se terá condições de jogo, mas, por ser jogos importantes, a ausência dela é preocupante.’’ Se a atacante não puder jogar, o técnico vai deslocar Raquel da ponta para a saída de rede e colocar Hilma ou Fernanda Doval na equipe. As duas atletas voltam de contusões nos ombros e também não estão em plena forma física.

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