São Paulo, 27 (AE) - A Liga Mundial de Vôlei, torneio que distribui US$ 8 milhões em prêmios, será aberto amanhã, com a disputa de quatro partidas. A competição reúne este ano 12 seleções, divididas em três grupos. Como nas edições anteriores, as equipes fazem dois jogos por fim de semana - em casa e fora. As seleções mais bem colocadas disputarão a fase final, em julho
na Argentina.
A seleção brasileira, quarta colocada no Mundial do Japão, em 1998, estréia às 21 horas de Brasília, contra o Canadá, em sua décima participação no evento, com transmissão pela SporTV. O jogo está prevista para a cidade de Hull, próxima a Ottawa. O técnico Radamés Lattari Filho pretender manter o time-base do Mundial, com Maurício, Giba, Gustavo, Douglas, Nalbert e Max ou Joel de oposto. Kid deve ser o líbero, a menos que Nalbert tenha uma recaída da gripe. O jogador treinou hoje normalmente.
A equipe canadense não tem tradição no vôlei, mas Radamés alerta que hoje em dia, com a nova regra, não existem mais favoritos. "Os atletas já jogaram com esta regra e estão conscientes de que não se pode relaxar em nenhuma partida", comenta o treinador. "Vamos enfrentar um time alto e rápido."
Melhor time - Assim como Radamés, o canadense Garth Pischke faz questão de elogiar o adversário. Para ele, não fosse a contusão de Giba na semifinal contra a Italia, o Brasil teria conquistado o título mundial no Japão. "Por todas as qualidades de seus jogadores e as posssibilidades de variar o jogo, o Brasil é o melhor time do mundo", disse Garth, ex-jogador da seleção do Canadá, nas Olimpíadas de Montreal e de Los Angeles.
O treinador lamentou que não tivesse tido tempo suficiente para preparar seu time para a Liga, já que a maioria dos jogadores atua na Europa. Os outros jogos da rodada de amanhã da Liga Mundial são: Polônia x Rússia, Austrália x Itália, pelo grupo A, e França x Portugal, pelo C.
Sábado, jogam Holanda x Espanha, pelo B e Argentina x Cuba, a atual campeã, pelo C.
No Rio, Alex Lenz foi cortado da seleção. Ele estava treinando com o assistente Alemão, quando passou por novos exames médicos, que constataram que o atleta precisa de mais um mês para recuperar-se de uma fratura por estresse.

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