Josoé de CarvalhoA maior forçaA seleção de futsal do Brasil é a equipe que mais títulos internacionais possui entre todasDepois de golear impiedosamente a Seleção das Américas por 13 x 3, domingo em Foz do Iguaçu, a Seleção Brasileira de Futsal volta a se apresenta hoje, às 20h30, agora no Moringão, na segunda partida do Desafio Internacional entre Brasil e jogadores da Argentina, Paraguai e Uruguai.
O futsal é a modalidade que detém o melhor retrospecto do esporte nacional. São nada menos que 26 títulos internacionais em 27 competições. O único vice-campeonato foi no Mundial de 1988 - derrota (2 x 1) para o Paraguai. Desde 1989, o selecionado é comandado pelo mineiro Eustáquio Araújo, o Takão, que conquistou todos os 11 campeonatos disputados, entre eles o de pentacampeão mundial, ano passado na Espanha.
Embora tenha ficado satisfeito com o desempenho da equipe em Foz, Takão, acredita que o confronto de hoje será muito mais difícil. ‘‘Vai ser um jogo totalmente diferente. A quadra aqui é bem menor (30 x 17 metros, quando a dimensão mínima exigida para jogos internacionais é de 36 x 17) e isso termina facilitando para a equipe que está menos preparada, e que costuma jogar defensivamente. Os espaços reduzidos também tendem a inibir um pouco o nosso talento individual’’, explicou o treinador, que já deu ordem aos jogadores, para um bombardeio incessante ao gol adversário.
O treinador brasileiro deverá repetir a escalação do primeiro jogo, com Serginho; Danilo, Manoel Tobias e Vander Carioca.
A Seleção das Américas tem duas dúvidas: Gomes e Magarelli, contundidos, serão avaliados pelos médicos momentos antes do jogo.
Os ingressos custam R$ 10,00 e estão sendo vendidos nas bilheterias do Moringão e no Instituto de Educação Estadual de Londrina (IEEL). Crianças e estudantes com carteira da UNE pagam meia.
OlimpíadasPara que o futsal se torne um esporte olímpico, uma carta enviada pela Fifa ao COI e ao Comitê Organizador dos Jogos de Sydney para possível, inclusão do esporte. O craque Manoel Tobias, integrante do movimento ‘‘Atletas de Cristo’’ ora e lembra também que a Olimpíada do ano 2000 seria a oportunidade da sua geração disputar os Jogos. ‘‘Acho que agora ficou mais próximo. A gente vai ficar torcendo e orando. A minha geração vai estar com a idade entre 28 e 29 anos e talvez seja nossa única chance. Não tem nenhum atleta que não gostaria de disputar uma competição como essa’’.

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