Paris - O técnico Carlos Alberto Parreira define a partida de amanhã, às 16 horas, entre Brasil e França como o ''jogo do século'' século que, por sinal, está apenas começando. Tem consciência da importância de uma vitória. Mas não aceita que rotulem o encontro como o ''jogo da vingança''.
A referência à final da Copa do Mundo de 1998, quando os franceses levaram o título com a vitória de 3 a 0, não se aplica agora, entende o treinador. A explicação é simples: ''Esse jogo não é de Copa do Mundo. É um amistoso, não tem nada de vingança'', disse Parreira onteme, após o primeiro treino da seleção no Stade de France, local da partida.
Do lado da França também existe a tentativa de não relacionar o encontro de quinta com o de 1998. O temor é o de mexer com os brios dos brasileiros. A ponto de o técnico Jacques Santilli pedir aos torcedores que irão ao estádio para não exagerarem no grito de ''un, deux, trois'' (alusão aos 3 a 0 de seis anos atrás).
Parreira está aproveitando todas as portunidades para tentar melhorar o entrosamento do time. Até porque raramente o técnico conta com todos os jogadores. Ontem, por exemplo, no primeiro treino em território francês, ele só pôde contar com 14 dos jogadores convocados.

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