A Eslováquia será a primeira adversária da seleção brasileira no jogo de abertura do 4º Mundial Juvenil Feminino de Basquete, no período de 4 a 13 de julho, em Natal (RN). As chaves do Mundial foram sorteadas, na quinta-feira à noite, na Capitania das Artes, em Natal, e o Brasil, por ser a sede da competição, ficou como o cabeça-de-chave do grupo A, completado por Mali (país ao noroeste da África), Argentina, China e República Tcheca. A Austrália, que foi a última campeã no Mundial de Seul, em 1993, é a cabeça-de-chave do grupo B, que ainda terá Cuba, Estados Unidos, Japão, Rússia e Espanha.
O técnico Antônio Carlos Barbosa, que vai convocar a seleção juvenil na segunda-feira, disse ser muito difícil avaliar, nesse tipo de categoria, se a chave é ou não favorável ao Brasil. ‘‘Não dá para saber da força de uma seleção juvenil porque as mudanças de jogadoras, por causa do limite de idade, são constantes’’, lembrou, observando que é possível opinar apenas com base na tradição de cada país no basquete.
‘‘Mali, que tem a menor tradição entre os 12 participantes, ficou na nossa chave, mas não sei se isso significa uma grande vantagem’’, disse Barbosa, que no ano passado dirigiu a seleção juvenil em duas competições: ganhou o Pan-Americano do México, fazendo a final contra os Estados Unidos, mas foi o segundo colocado no Sul-Americano do Equador, perdendo a decisão para a Argentina.

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