O futebol envolvente e empolgante do Brasil volta a campo para alegria do torcedor. Mas não se trata do time de Scolari que ainda não conseguiu empolgar ninguém , mas sim da garotada da seleção sub-17. Hoje, na cidade de Puerto EspaÀa, em Trinidad e Tobago, começa a 6 edição do Mundial da categoria.
A seleção local enfrenta a Cróacia pelo Grupo A. Estréiam amanhã os outros dois integrantes do grupo, Brasil e Austrália, reeditando a final de 1999, disputada na Nova Zelândia, quando os brasileiros conquistaram o bi-campeonato já haviam ganho em 1997, no Egito.
O Brasil, comandado por Sérgio Farias, de 34 anos, tem como destaques o meia Diego e o atacante Bruno Moraes, ambos do Santos, além do lateral-esquerdo Leandro Bonfim, 17, ex-Vitória, negociado com o PSV Eindhoven, da Holanda.
A missão da seleção é complicada. Como um dos maiores vencedores do torneio, ao lado de Gana, ambos com dois títulos, o Brasil é favorito à primeira posição do grupo. Confirmando sua passagem para a próxima fase, deve ter uma pedreira já nas quartas-de-final: França ou Nigéria, que devem se classificar no Grupo B (que ainda tem EUA e Japão).
No Grupo C, com sede em Couva e Marabella, estão outras duas favoritas ao título. A poderosa e sempre perigosa Argentina de José Pekerman e a Espanha, atual campeã européia. Burkina Faso e Omã compõem a chave. O Grupo D, em Arima, é o mais fraco, formado por Mali, Paraguai, Irã e Costa Rica.

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