Luohe, China - O vôlei feminino de Cuba não conseguiu classificação para os Jogos Olímpicos de Londres, mas isso não faz com que o Brasil espere uma partida tranquila contra as cubanas, nesta sexta-feira, às 8h30 (horário de Brasília), em Luohe, na China, pela terceira e última rodada do Grand Prix. A seleção brasileira reconhece a força adversária e lembra da eterna rivalidade entre as duas equipes para prever um confronto complicado na cidade chinesa.
O técnico José Roberto Guimarães aponta o saque forte como uma boa arma para desestruturar o jogo cubano. ''Cuba sempre teve no potencial de ataque o seu ponto forte. Precisamos de um saque forçado para tentar quebrar o passe delas, além de uma boa atenção na marcação de bloqueio'', explicou o comandante brasileiro.
Vencer Cuba neste primeiro jogo da terceira e última rodada da primeira fase também tem uma importância estratégica para as brasileiras. Isso porque as cubanas estão em quinto lugar na classificação geral do Grand Prix, um posto acima do Brasil. E apenas cinco seleções (mais a anfitriã China, atualmente terceira colocada) avançam à fase final, que será disputada na cidade chinesa de Ningbo, na próxima semana.
Nesta terceira rodada, o Brasil contará com o retorno da ponteira Fernanda Garay, recuperada de lesão, e da oposto Tandara, que não jogou na etapa de São Bernardo do Campo (SP). ''A grande preocupação do nosso time é com a Jaqueline, que sentiu o joelho no treino. Temos que ver como ela vai acordar para saber se terá condição de jogo'', disse Zé Roberto, lembrando que o Brasil ainda enfrentará Porto Rico, no sábado, e China, no domingo, pela última rodada.

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