Brasil ainda não tem projeção de medalhas
São Paulo - Faltando um ano para o início da Olimpíada, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) ainda não trabalha com projeções para a campanha do Brasil nos Jogos de Pequim. ''Ainda é cedo'', explicou o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman.
O COB, contudo, já deu início aos preparativos de infra-estrutura. Uma equipe com seis membros da entidade, liderada pelo chefe de missão Marcus Vinícius Freire, está na China. ''Já pretendemos escolher o espaço que a delegação utilizará na Vila Olímpica'', afirmou o dirigente.
O Brasil deve ter em Pequim a sua maior delegação na história dos Jogos Olímpicos, ultrapassando os 247 atletas que disputaram a edição de 2004, em Atenas. A expectativa é que o Brasil também melhore o número de medalhas de ouro, cujo recorde foram as cinco conquistadas na Olimpíada de Atenas.
O Brasil já alcançou 38% do número de competidores da última Olimpíada. Estão garantidas 96 vagas, algumas nominais - como na natação, em que Thiago Pereira tem seis índices -, outras por modalidade. (A.E.)





