Bernardinho tem dúvidas para definir o Rexona
Marcos Freitas
De Curitiba
O técnico do Rexona/Paraná, Bernardo Resende, o Bernardinho, está com um doce problema para a estréia da equipe na Superliga: muitas jogadoras com qualidade e poucos lugares no time que entra jogando. Sem atuar com Karin Rodrigues, Érika, Elisângela e Walewska, que estavam servindo a Seleção Brasileira na Copa do Mundo do Japão, a equipe paranaense, conquistou o Campeonato Carioca de forma invicta e vai dar trabalho ao técnico para conseguir colocar as jogadoras da seleção na equipe.
Ontem as atletas se reapresentaram no ginásio do Tarumã, em Curitiba, para o treinamento em dois períodos. O time trabalha visando a estréia na Superliga, dia 2 de dezembro, contra o Petrobras/Macaé, no Tarumã. Desde a preparação para a disputa da Copa de Mundo de Seleções, há dois meses, o técnico Bernardinho não trabalhava com as atletas do Rexona.
A menos de dez dias do jogo que abrirá a temporada 1999/2000, a comissão técnica do Rexona vai quebrando a cabeça para montar a equipe ideal. O técnico Bernardinho já avisou que o fato de ter várias opções vai ser importante, pois a Superliga é um campeonato longo e muito equilibrado. Segundo ele, ter um grupo de qualidade é muito bom pois sempre vai causar dúvida aos adversários que nunca saberão qual o time que entra jogando, disse.
Entre as jogadoras, o clima parece ser bom e a disputa por um lugar entre as titulares deve servir para ajudar a equipe durante a competição. Para a experiente meio-de-rede Popó, um dos destaques do time no Campeonato Carioca, Bernardinho terá um pouco de dor de cabeça para escalar jogadoras. Só na posição de meio-de-rede são três jogadoras de alto nível: Popó, Karin Rodrigues e Walewska. Outra jogadora que voltou bem, depois de treinar quase um ano em separado por causa da gravidez, foi Ana Maria Volponi.





