DivulgaçãoAdversáriaA norte-americana Tara-Cross, do Leites Nestlé, que pega o RexonaO técnico do Rexona, Bernardinho, está empenhado em reverter o quadro psicológico que, segundo ele, determinou a derrota do time para o Leites Nestlé no primeiro jogo da série melhor-de-cinco que vai definir o campeão da Superliga Feminina de Vôlei. Para o treinador, faltou confiança ao time, que várias vezes liderou o placar na partida.
‘‘Conseguimos a vantagem no primeiro set jogando no nosso padrão normal, com obediência tática’’, disse. ‘‘Quando o Leites Nestlé virou o placar, porém, o time ficou abatido e desestruturado.’’ Nos treinos, Bernardinho tem procurado corrigir os erros de colocação em quadra e conversar com as jogadoras para evitar que percam a motivação. Segundo Bernardinho, as atletas terão de ficar mais preocupadas com a conquista dos pontos do que com fechar o set.
Em Jundiaí, o técnico Sérgio Negrão prevê um jogo bem mais difícil do que o primeiro e espera um adversário ‘‘agressivo’’ em Curitiba. Nos treinos, Negrão busca aperfeiçoar o ataque e o contra-ataque. Apesar das dores no joelho, Karin está confirmada na equipe. O mesmo acontece com a norte-americana Tara-Cross.
Novo golpe Pouco mais de uma semana depois de os Laboratórios Aché liberarem as jogadoras do Dayvit para procurarem time, por ter optado por trocar o marketing esportivo pela propaganda médica, o vôlei sofreu ontem novo golpe. A Philco resolveu retirar o patrocínio da equipe masculina de Santo André, que tinha os atacantes Marcelo Negrão e Douglas como destaques.

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