Bernardinho está empolgado
Bernardo Rezende nasceu no Rio de Janeiro, em agosto de 1959, quando o vôlei ainda era um esporte praticado mais pelos garotões de praia. Criado em Copacabana com quatro irmãos, começou a jogar no Fluminense, aos 11 anos. Formou-se em economia em 1984, pela PUC-RJ. Tornou-se figura pública ao integrar o time medalha de prata da Olimpíada de Los Angeles.
Ex-marido de Vera Mossa, com quem teve o filho Bruno, 11 anos, atualmente é casado com Fernanda Venturini, a estrela do Rexona - levantadora como ele e, para muitos, a melhor do mundo. Bernardo Rezende foi jogador de vôlei de 1972 a 1987. Sua carreira como técnico teve início em 1988, como assistente de Bebeto de Freitas nas Olímmpiadas de Seul, ocasião em que a equipe masculina conquistou o quarto lugar. De 89 a 94 atuou na Itália como técnico da equipe feminina do Peruggia e da masculina do Modena. De 94 a 96, com a seleção feminina, conquistou oito títulos de campeã, cinco de vice-campeã e dois terceiros lugares em torneios internacionais.
Técnico da seleção, Bernardinho foi o responsável pela medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta, além dos títulos de bi-campeã do Grand Prix mundial e Shangai, na China, foi bi-campeão da BCV Cup, em Montreux, na Suiça, e vice campeã mundial em 94. Atualmente é o treinador da equipe Rexona/Paraná que venceu a última Superliga de Vôlei feminino.
Folha - Como é para você esta experiência de escrever para um jornal?
Bernardinho - Muito boa, interessante e acima de tudo nova. Afinal nunca escrevi para nenhum jornal e agora vou ter a oportunidade de me comunicar com o público leitor da Folha, que é um dos melhores jornais do Brasil. Estou feliz e espero que os leitores gostem.
Folha - Qual é a sua pespectiva quanto a disputa do grand Prix na Ásia?
Bernardinho - É boa, mas poderia ser melhor. Vamos chegar lá sem estar em plena forma. Mas acredito no grupo. Agora vale a pena ressaltar que nosso principal objetivo é o mundial em novembro no Japão.





