Belga limitou modalidades nos Jogos
Genebra - Sempre sério e com um ar de monarca, Jacques Rogge deixa o COI numa situação bem mais confortável do que aquela que ele assumiu. O belga limitou o número de esportes e atletas nas olimpíadas, justamente para que os custos do evento fossem mantidos a um certo nível.
O projeto de adicionar um novo esporte em 2016 foi abandonado nesta semana, justamente para evitar o que Rogge chama de "inflação" nos custos do evento.
Pelo menos quatro modalidades pediam a introdução de novas disciplinas: a federação de ciclismo queria a disputa do BMX estilo livre. No triatlo, a meta era revezamento misto. O judô queria disputa por equipes. Mas o grande favorito era o basquete 3x3.
Rogge, porém, não sairá sem mais uma decisão a ser tomada: a escolha da sede de 2020. Tóquio e Madri aparecem como as favoritas. Mas Istambul quer entrar para a história como a primeira a levar os Jogos para uma região do mundo que jamais sediou o evento esportivo, algo que atrai Rogge.
Tendo conduzido seis edições dos Jogos Olímpicos, Rogge deu neste mais um sinal de sua diplomacia: garantiu que jamais irá declarar que um evento foi o melhor da história. (J.C./A.E.)





