Depois do desafio Brasil x Argentina, com Gustavo Kuerten e Cia, a Octagon/Koch Tavares aposta agora no jogo das beldades para lotar o ginásio do Ibirapuera, em São Paulo sábado, com as estrelas Martina Hingis e Anna Kournikova. São duas das mais talentosas jogadoras do tênis feminino, ambas com histórias de vida curiosas. O jogo é apenas uma exibição mas uma rara oportunidade de ver as suas raquetadas.
Martina Hingis não teve a opção de escolher seu futuro. Sua mãe, Melanie, determinou o destino de sua filha no nascimento. Deu nome de estrela, Martina em homenagem a Navratilova, e aos dois anos de idade, mudou-se para a Suíça, em busca de melhores oportunidades para o aprendizado do tênis, deixando a então Checoslováquia.
O mais incrível é que realmente Martina Hingis revelou-se numa virtuose. Aos 12 anos já podia ganhar das melhores e, nesta idade, foi campeã juvenil de Roland Garros. Depois, como profissional, aos 14 anos, iniciou sua série de conquistas até colocar-se como a número 1 do ranking mundial.
A russinha Anna Kournikova também carrega a precocidade como característica. Aos 12 anos, transferiu-se com a mãe para a academia de Nick Bolletieri, nos Estados Unidos. Ainda hoje os bons contratos fazem parte de sua vida. Na quadra, porém, poderia ir mais longe, caso se dedicasse aos treinamentos. Mas, quando está jogando, sua torcida é tão fanática e fiel, que parece pouco se importar com o resultado do jogo.

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