Batel se define
como ‘Davi’ na
luta pela vaga
Luiz Carlos Dias Jr.
Especial para a Folha
O Batel encara o jogo de domingo, em Guarapuava, contra o Foz do Iguaçu, como se fosse a luta de ‘‘Davi contra Golias’’. O presidente do Batel, Rodrigo Ressetti, justifica a comparação entre os dois clubes. ‘‘Não adianta esconder as diferenças. A estrutura deles é muito mais forte que a nossa’’, disse.
Apesar de tudo, Ressetti acha que o Batel tem futebol suficiente para desafiar a superioridade do adversário, reabilitando-se da derrota na abertura das semifinais da Série A-2, domingo, em Foz do Iguaçu. A exemplo da Portuguesa Londrinense, o Batel precisaria ganhar duas vezes para disputar o grupo de elite na próxima temporada do paranaense. O técnico-jogador Dirceu Pato, que entregou a lateral-direita a Batista, preferiu sair do time para melhor orientar os companheiros. Ele deve escalar Bizu; Batista, Aritana, Laroca e Vagner; Lê, Alex e Toninho Paraná e Joel; Evandro e Marabá.

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