Um novo nome, uma polêmica

Amarildo Vieira Martins, o folclórico homem forte da Portuguesa Londrinense, conseguiu o que queria. Mobilizou pessoas ligadas ao futebol, criou uma polêmica quanto ao novo nome do clube da Vila Santa Terezinha e conseguiu provocar torcedores e dirigentes do Londrina Esporte Clube. O direito pelo uso do novo nome Londrina Futebol Clube parece que será mesmo decidido na Justiça. Por isso, não defendo aqui quem está certo ou errado. E também não estou em cima do muro, porque penso que a diretoria da Portuguesa pode escolher qualquer nome para o time. São dois lados: o Londrina Esporte Clube, defendendo o nome que carrega há 50 anos, e a Lusinha, querendo estreitar o relacionamento com os torcedores da cidade e da região.


Amistoso B

A nova realidade do Londrina Esporte Clube: o clube aceitou o convite do prefeito de Siqueira Campos para disputar um amistoso na cidade do Norte Pioneiro no dia 1º de maio, contra a seleção local. O jogo é festivo, mas também preparatório para a Divisão de Acesso. Nada contra Siqueira Campos, mas o torcedor do Tubarão merecia algo melhor, como estar disputando a Série B ou pelo menos estar se preparando para a Série C.


Esgoto paraense

A nova realidade do Coritiba: acostumado com grandes jogos em grandes estádios na Primeira Divisão, o elenco alviverde sofreu com as péssimas condições do Estádio Baenão, em Belém, na primeira rodada da Série B. Segundo o goleiro Kléber, até esgoto era visível no vestiário do Baenão.


Final feliz

Terminou bem a acusação de racismo no futebol londrinense. O atacante Marcão, do Londrina, acusou o goleiro Manga, da Portuguesa, de chamá-lo de ''macaco''. Os dois jogadores, ainda juniores, se encontraram no VGD, conversaram e esqueceram as rusgas.


Melhor ataque é a defesa

A pequena média de gols (1,80 por jogo) na primeira rodada do Campeonato Brasileiro, comprovou que nenhum clube se preparou adequadamente para a competição. A grande maioria dos times teve menos de uma semana para pensar no Brasileirão. Com a sequência de jogos, a tendência é de que a média de gols cresça.


Dinheiro no lugar das vaias

A crise que se instalou no Palmeiras só vai acabar quando a diretoria colocar a mão no bolso e contratar jogadores nota 8 ou 9, como gosta de avaliar os jogadores o técnico Emerson Leão. Se Luís Fabiano pediu R$ 280 mil de salários ou se Diego quer ganhar R$ 200 mil, o clube tem que pagar, ou continuará convivendo com vaias da torcida e com o fantasma do rebaixamento para a Série B.


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