BATE-BOLA
Dia de classificação
O Londrina joga hoje seu futuro na Copa do Brasil. Em um jogo atípico, enfrenta a URT com portões fechados, sem torcida. O Tubarão precisa vencer de qualquer jeito para avançar na competição que tem o caminho mais curto para a Libertadores. O time de Vica não tem outra escolha e precisa forçar o time mineiro desde o início. A presença de Andrezinho no meio-de-campo (será que desta ele não vai se machucar ao subir no ônibus?) dará outra dinâmica ao time. Andrezinho e Donizete, juntos, ainda podem dar muitas alegrias ao torcedor.
Exceção à regra
O tema desrespeito ao torcedor nos estádios rendeu. O leitor Valcir Machado, de Santo Antônio da Platina, sugere aos torcedores que ainda não foram à Kyocera Arena que vão a pelo menos um jogo. Segundo ele, no estádio do Atlético os banheiros são limpos, a praça de alimentação higiênica, diversificada e com preços razoáveis e a segurança é total. Enfim, o torcedor tem conforto e bem-estar, finaliza. Isso é muito bom, mas ainda é uma exceção no bagunçado futebol brasileiro. Infelizmente, a grande maioria dos estádios não dão o mínimo conforto ao torcedor.
Salário mínimo
O Atlético se orgulha do seu estádio, belíssimo, mas não reconhece quem faz o espetáculo. Dagoberto, hoje o principal jogador do Furacão e do futebol paranaense, ganha apenas R$ 27 mil por mês (salário e direitos de imagens). Em São Paulo ou no Rio de Janeiro, qualquer cabeça-de-bagre ganha mais de R$ 50 mil.
Futebol rosa
A Federação Paranaense de Futebol vai tentar mais uma vez emplacar o futebol feminino no Paraná. A entidade programou para março o arbitral que definirá o Campeonato Paranaense de Futebol Feminino 2006. Clubes interessados podem entrar em contato pelo telefone (41) 3366-3277.
Bola fora
A diretoria do Corinthians está cometendo um enorme equívoco ao tentar levar Marcelinho Carioca de volta ao Parque São Jorge. O jogador não somaria nada ao estrelado elenco corintiano. Pelo contrário, iria desagregar o grupo, pois é desafeto de Ricardinho. Além do que seu futebol caiu muito de produção desde sua última passagem pelo Timão. A participação dele no Brasileiro de 2005, pelo Brasiliense, foi pífia. Nem o mais nobre sentimento de nostalgia, para ver novamente o ex-ídolo com a camisa 7, valeria à pena.
Animal domado
O caso de Marcelinho Carioca é bem diferente do que fez o Palmeiras com Edmundo. O Animal, que marcou época no Parque Antártica, voltou ao Verdão depois de um excelente Campeonato Brasileiro pelo Figueirense. E Edmundo também mudou muito seu comportamento fora de campo.
Rodrigo Lima
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