Empate morno

O amistoso entre Brasil e Croácia teve pouca emoção. Fora os dois lances dos gols, de Kranjcar e Ricardinho, o que mais chamou a atenção foram os gols perdidos pela dupla Adriano e Ronaldo. Os atacantes estiveram abaixo da média e pouco produziram. Robinho, que começou no banco, entrou no segundo tempo e deu mais movimentação ao time brasileiro. Outro que esteve bem, até cansar, foi Kaká.

Obra de arte

Ricardinho, o escolhido para começar o jogo contra a Croácia na vaga de Ronaldinho Gaúcho, foi o protagonista do lance mais bonito do amistoso em Split. O meia do Santos cobrou a falta com perfeição e garantiu o empate para o Brasil.

Os trapalhões

A lambança entre Dida e Juan, no lance que originou o gol da Croácia, me fez lembrar daquela outra trapalhada entre o próprio goleiro da seleção e o zagueiro Aldair, na Olimpíada de Atlanta, em 1996. Aldair e Dida trombaram, o Japão fez o gol e venceu o jogo de estréia por 1 a 0.

Lado positivo

Se não empolga pelo lado técnico, a Série Prata do Campeonato Paranaense mexe com os torcedores pela quantidade de gols. A Segundona tem média de 3,1 gols por jogo em 324 partidas já foram marcados 104 gols. Um dos principais responsáveis por essa média é o Kashima, de Guaratuba, que sofre 3,4 gols por jogo. O melhor ataque da competição é do Cascavel, com média de 2,6 gols por jogo. A melhor defesa é do Operário, que sofre a média de 0,5 gol por partida.

De olho no futuro

Políticos e empresários de Pato Branco lançaram um projeto para alavancar o Pato Branco Esporte Clube, tradicional equipe do Sudoeste paranaense. Dentro do projeto 2006 está previsto um peneirão, no dia 16 de janeiro, para avaliação de jogadores da região de Pato Branco. A intenção do clube é formar uma base para contratar até seis jogadores profissionais para disputar a Série Prata do próximo ano. O orçamento prevê um gasto mensal de R$ 55 mil.

Piratas na pista

Após os graves incidentes em uma prova de Demolicar, em Cascavel, o presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), Rubens Gatti, alerta para ''corridas piratas'' no Estado, que não são supervisionadas pela entidade. Prefeituras e polícia podem entrar em contato com a FPrA, pelo telefone (41) 3345-4351, para tirar dúvidas sobre os eventos oficiais e piratas.

Segurança máxima

Segundo Gatti, as provas supervisionadas pela FPrA seguem à risca as normas técnicas e de segurança. Ele também esclarece que eventos de Demolicar não são competições esportivas e não contam com a supervisão da Federação.

Rodrigo Lima
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