Jogo da classificação
Os três pontos em Campo Grande, no díficil jogo contra o Cene, serão fundamentais para o projeto do Londrina na Série C do Campeonato Brasileiro. Com uma vitória hoje à tarde, o Tubarão chegaria aos nove pontos e já daria o primeiro passo para realizar o sonho do retorno à Série B. Com o time já classificado, ainda faltando três jogos para o fim desta fase, diretoria e comissão técnica teriam mais tranquilidade para trabalhar e planejar a sequência da Série C. O foco do clube, a partir daí, seria a fase de jogos eliminatórios, na qual a classificação ou a eliminação podem ser decididas em pequenos detalhes.

Contagem regressiva
A cada jogo do Santos, Robinho vem mostrando que o futebol brasileiro ficará, em breve, órfão da habilidade, da ginga e dos dribles. Salvo raras exceções, teremos que aguentar os ''canelas duras'' que povoam os gramados do Brasileirão.

Força do apito
O Paraná, que era o único Estado que não tinha um sindicato dos árbitros, passa a contar com essa instituição. Ex-árbitros como Luiz Carlos Pinto de Abreu, Ivo Tadeu Scatola, Luiz Antônio Mondrome e Newton Ramon estão na diretoria do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Paraná, que tem cerca de 300 filiados. Uma das principais reivindicações é garantir a segurança dos árbitros em jogos das categorias de base e amadora.

Díficil missão
Apesar de estar otimista para voltar a ser um dos melhores tenistas do mundo, Gustavo Kuerten reconhece a dificuldade atual em jogar. No programa Bola da Vez, que foi ao ar ontem à noite pela ESPN Brasil, Guga disse que sabe lidar com o fato de que tem mais chances de perder do que ganhar um torneio.

Raquetes e pranchas
Guga também revelou que, se em um ano não estiver bem, vai se aposentar e se dedicar ao surfe, uma das outras paixões do tenista catarinense. Mas disse que sente grande prazer na quadra. ''O tênis ainda representa muito pra mim. Voltar a jogar como antes é a realização de um sonho'', declarou.

Frases da semana
1 - ''Estamos no grupo dos 'oito pobres' da verba da tevê. Juventude, Figueirense, Paraná Clube, São Caetano, Ponte Preta, Brasiliense, Fortaleza e Paysandu recebem menos de R$ 4 milhões do Clube dos 13. Além disso, temos inúmeras dívidas trabalhistas''. José Carlos de Miranda, presidente do Paraná Clube, explicando que a falta de verba dificulta a continuidade do trabalho entre as temporadas.
2 - ''Sem a usina fica inviável. Nesse período (90 dias), se acontecer alguma coisa o quadro pode mudar. Mas a tendência é o clube acabar. A cidade ficou abalada com essa história de que fecharíamos as portas já''. Benedito Luiz Ferraz, presidente do União Bandeirante, sobre a saída da família Meneghel e a possível extinção do clube.

Rodrigo Lima
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