A força do VGD

Após a boa estréia na Série C do Campeonato Brasileiro, o Londrina quer disparar na liderança do grupo 11, garantindo assim a classificação antecipada para a segunda fase. Para isso, o técnico Roberto Fonseca exige do time vitórias em casa.

Time capenga

A saída repentina do volante Edmilson desestrutura a espinha dorsal do time de Roberto Fonseca, formada pelos experientes Ronaldo Marconato, Edmilson, Carlão e Goiano. Apesar de não usar a faixa de capitão, Edmilson, 29 anos, era um dos líderes do time dentro de campo.

Estádio vazio

A (pouca) presença do torcedor no Estádio Morenão, na estréia do Operário-MS na Série C, prova o desinteresse do torcedor sul-matogrossense pelo futebol. Apenas 526 pessoas (326 pagantes) viram o time da casa perder para o Londrina.

Made in Brazil

De olho no mercado internacional, a Adap publica em seu site oficial textos em português com tradução em inglês. O texto da vitória de 2 a 1 sobre o Joinville na estréia da Série C, assinado pelo agente Fifa Omir Borges, foi enviado à imprensa com o título ''Adap Campo Mourão faz sua estréia no Campeonato Brasileiro com vitória'', ou ''Adap Campo Mourao makes its debut on Brazilian Championship with victory''.

Quase 100%

A rodada do final de semana da Série Prata do Campeonato Paranaense foi marcada pelo fim do aproveitamento de 100% em casa de três clubes. Arapongas, Operário e Toledo empataram seus jogos e perderam o domínio total em seus estádios.

Fantasma na ponta

Mesmo empatando, o Operário segue na liderança do grupo A, com 24 pontos. Seguem na cola do Fantasma, Prudentópolis (22), Arapongas (20), Platinense (20), Araucária (18), Portuguesa (9), Real Brasil (7), São José (6) e Kashima (3).

Apenas quatro

O líder do grupo B é o Umuarama, que tem 21 pontos. Depois vêm Cascavel (20), Toledo (18), Galo Maringá (17), Dois Vizinhos (11), Goioerê (9), Pato Branco (7) e Foz do Iguaçu (7). Passarão para a segunda fase os quatro primeiros colocados de cada grupo.

A culpa é de quem?

A cada corrida, a cada declaração, Rubens Barrichello consegue irritar ainda mais o torcedor brasileiro que acompanha a Fórmula 1. Culpa agora o ex-piloto Nélson Piquet, o primeiro a divulgar a ida de Rubinho para a BAR, pela sua desastrosa corrida na Hungria. Alega que o vazamento da notícia o prejudicou na Ferrari. Ora, a culpa pela batida logo na largada e pelos dois erros de freada no mesmo ponto de uma curva do circuito de Hungaroring foi de Piquet?

Rodrigo Lima
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