Folha em Campo Grande
A equipe de reportagem da Folha de Londrina estará domingo, em Campo Grande, acompanhando a estréia do Tubarão na Série C do Campeonato Brasileiro. Na edição de segunda-feira, o leitor terá, na Folha Esporte, todas as informações, curiosidades, destaques e fotos do jogo contra o Operário-MS.

Homens de preto
Dois árbitros paranaenses foram os destaques negativos da rodada de quarta-feira do Campeonato Brasileiro. O londrinense Héber Roberto Lopes foi muito criticado pela desastrosa arbitragem no jogo Corinthians 4x3 Cruzeiro. Ele deixou de dar duas penalidades claras, uma para cada time. Já Roman, de Céu Azul, retomou seu velho hábito de marcar pênaltis inexistentes. Numa bola cruzada na área, marcou pênalti para o Fluminense após uma disputa normal pela bola.

Sorte de campeão
Os corintianos estão rindo à toa. O time está a um ponto da líder Ponte Preta, tem um elenco qualificado, com jogadores de seleção brasileira e argentina, uma torcida que apóia e empurra a equipe para a vitória e sorte, muita sorte. O gol de empate em 2 a 2, o primeiro de Rosinei no jogo, resume o momento pelo qual o Timão atravessa.

Pedala, Aloísio!
Não foi com a mesma categoria e habilidade de Robinho, mas a pedalada do atacante Aloísio pra cima do zagueiro do Vasco levantou e empolgou a torcida atleticana na fria noite de quarta-feira. A goleada do Furacão na Arena fez até Cocito ter seu dia de craque. O volante, que adora dar carrinhos, protagonizou um dos lances mais bonitos do jogo, ao dar um chapéu no jogador vascaíno.

Único responsável
O Vasco, que vive a maior crise da sua história, está pagando o preço por manter, há tanto tempo, o ditador e incompetente Eurico Miranda no comando do clube. Até há pouco tempo, Eurico era idolatrado pelos vascaínos, que abriram mão até do ídolo Roberto Dinamite como presidente do clube. Agora, com o time no fundo do poço, talvez consigam enxergar o estrago que Eurico fez num dos mais tradicionais clubes do Brasil.

Peixe frito
Após três derrotas consecutivas, a luz amarela já está acesa na Vila Belmiro. Sem Robinho, Deivid e Léo, o Santos perdeu o encanto. Virou um time comum, de jogadores comuns (exceção de Ricardinho e Giovanni) e com um técnico (Alexandre Gallo) que está começando a carreira e ainda é uma incógnita. E o cenário futuro não é dos melhores: no domingo, o Peixe enfrentará o embalado Corinthians e na quarta-feira jogará em Porto Alegre contra o Inter, um dos líderes do Brasileirão.

Rodrigo Lima
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