Futebol medíocre

A mediocridade continua sendo o ponto forte da seleção brasileira nesta Copa das Confederações. Ontem, contra o Japão, o time de Parreira teve apenas alguns lampejos de futebol brasileiro. Na maior parte do jogo, a seleção esteve irritante, jogando no pior estilo europeu. O zagueiro Lúcio, com seus lançamentos imprecisos e arrancadas infrutíferas para o ataque, os individualistas Ronaldinho Gaúcho e Adriano, e o improdutivo Kaká quebram o ritmo de jogo e tornam o time pouco criativo.

Do jeito que ele gosta

Um gol legítimo anulado no começo do jogo e uma defesa do goleiro Marcos aos 46 minutos do segundo tempo classificaram o Brasil para a segunda fase da Copa das Confederações. Por merecimento, a seleção brasileira já estaria fechando as malas para voltar ao Brasil. Mas, como aconteceu no Mundial de 1994, Parreira vai, aos trancos e barrancos, avançando na competição e irritando os 180 milhões de torcedores.

Japonês de Maringá

Alex Santos, 27 anos, lateral-esquerdo da seleção japonesa que enfrentou ontem o Brasil, tem uma torcida especial em Maringá, cidade onde nasceu o jogador do Urawa Reds. Os pais Maria e Wilson dos Santos acompanham de longe a carreira de Alex, que tinha 15 anos quando foi para o Japão estudar e ensinar futebol a crianças japonesas.

Melhor da Ásia

Naturalizado japonês, Alex, eleito o melhor jogador do Japão em 1999 e o melhor jogador da Ásia em 2001, disputou a Copa do Mundo em 2002. O pai, conhecido como Wilson Capeta, foi campeão paranaense pelo Grêmio Maringá em 1977.

Novo produto

Ainda em fase de montagem, por enquanto o novo time do Londrina é uma incógnita para a Série C do Campeonato Brasileiro. Dos reforços que chegaram ao VGD, apenas o zagueiro Ronaldo Marconato e o volante Edmilson são conhecidos da torcida. O destaque dos primeiros treinos com bola tem sido o atacante Bruno, revelado no América-MG.

Dia de Furacão

O Atlético faz hoje o jogo mais importante da história do clube. E tem que aproveitar os desfalques do Chivas Guadalajara para abrir uma boa vantagem para o jogo de volta da semifinal da Libertadores. Com o retorno de Fernandinho, o Furacão ganha um toque de qualidade que pode fazer a diferença.

Tudo por dinheiro

O torcedor alemão que invadiu o campo durante o jogo Alemanha x Tunísia, pela Copa das Confederações, apostou 500 euros com um amigo que entraria no gramado e abraçaria o goleiro alemão Jens Lehmann antes de ser dominado pela polícia. Além de ganhar a aposta, o torcedor deu uma tremenda dor de cabeça para o comitê organizador da Copa de 2006, que terá mais trabalho mais para melhorar a segurança nos estádios alemães.

Rodrigo Lima
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