BATE-BOLA
Um nome de peso
A busca por um jogador de renome do futebol brasileiro, para reforçar o Londrina na Série C do Campeonato Brasileiro, é uma atitude acertada da diretoria. O clube precisa de alguém que atraia o torcedor ao estádio e que coloque o Tubarão na mídia nacional. Se for um jogador que goste de fazer marketing pessoal e que tenha um bom trânsito na grande imprensa, melhor ainda. O melhor exemplo desse jogador é o atacante Túlio Maravilha, que levou o Volta Redonda às finais do Campeonato Carioca e ao reconhecimento nacional. Túlio não virá ao Londrina porque negocia com clubes da Série A.
Veteranos na mira do LEC
O veterano Cícero Ramalho, do Baraúnas, no momento é uma excelente opção para reforçar o Londrina. O Romário do Nordeste, como é conhecido o atacante de 40 anos, ganhou destaque nacional após seu time eliminar o Vasco na Copa do Brasil. Donizeti, o Pantera, Macedo, Gilson Batata, Luizinho Vieira e Caio seriam uma das muitas outras alternativas para que o elenco alviceleste ganhasse um nome de peso.
Dia de estréias
A dupla Atletiba estréia hoje no Brasileirão contra adversários que, a princípio, lutarão contra o rebaixamento. Na Arena, o Furacão enfrenta o Ponte Preta. O time do invicto Edinho está embalado pelo título estadual e pela boa campanha na Libertadores, mas a ausência de Fernandinho pode deixar o time mais frágil. Contra o Fortaleza, no Ceará, o Coxa quer manter o ritmo da Copa do Brasil, mas a fragilidade do ataque faz do alviverde uma incógnita neste Brasileirão.
No vermelho
Há muitos anos na pindaíba, o Flamengo vê, a cada competição, sua dívida aumentar cada vez mais. O prejuízo pelas prematuras eliminações no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil foi de R$ 2,5 milhões. Esse valor seria arrecadado se o Rubro-Negro fosse campeão nas duas competições.
Rebaixamento à vista
O mais querido, como diz o hino do Flamengo, é um forte candidato ao rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. O time está sem técnico, tem um elenco limitado e não tem dinheiro para contratar. Em 2004, escapou da Segundona nas últimas rodadas.
Frase da semana
''Ninguém vai cobrar isso. É uma questão de bom senso. Ele já teve o momento dele e viveu seu ápice no Mundial de 1994''. De Carlos Alberto Parreira, ao ser questionado se uma boa atuação de Romário no amistoso contra a Guatemala não poderia reacender uma velha discussão: a de que o craque, hoje com 39 anos, não pode ficar fora do time.
Rodrigo Lima
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