Dia de alegria no VGD
Passado o drama dos pênaltis em Cianorte, hoje o Londrina precisa, mais do que nunca, do apoio da torcida para deixar o gramado do VGD com um resultado positivo. Uma vitória sobre o Atlético, mesmo por um magro 1 a 0, é fundamental para o Tubarão decidir a vaga em Curitiba jogando por um simples empate. Com a mesma determinação mostrada em Cianorte, o Tubarão poderá dar um grande passo para voltar a uma final estadual. A última vez que o Londrina decidiu o campeonato foi em 1992, contra o União Bandeirante, ano do último título do clube.

Previsões de Pai Oswaldo
As previsões do Pai Oswaldo de Bela Vista são ótimas para o Londrina. O vidente foi consultado pelo colunista Oswaldo Militão e disse que o Tubarão ganhará do Atlético por 3 a 1. E mais: Fernandinho será expulso e a Lua Cheia influirá diretamente no goleiro atleticano Diego, que cometerá um pênalti.

Furacão de respeito
O Atlético não é mais aquele timaço vice-campeão brasileiro, que tinha Washington, Jádson, Marinho, Rogério Corrêa, Ivan e Dagoberto. Mas é um bom time, que está disputando a Libertadores e tem alguns destaques individuais, como o lateral colombiano Marin, o ala Fernandinho e os atacantes Aloísio e Dênis Marques.

Dia de agonia em Montevidéu
Não é difícil imaginar como será a noite da seleção brasileira no Estádio Centenário, em Montevidéu. Como o time de Parreira é previsível e sem inspiração, será mais um jogo burocrático e sonolento, com passes laterais e muita falta de vontade dos jogadores brasileiros. Do outro lado, os uruguaios devem exercer uma forte pressão desde o início do jogo, revelando a tradicional raça uruguaia.

Tabu em jogo
Com um time sem vontade, dificilmente o Brasil quebrará o tabu de jamais ter vencido o Uruguai pelas Eliminatórias em Montevidéu. Foram dois jogos: 1 x 1 em 1993 e 1 x 0 em 2001.

Paciência de Jó
E depois de mais uma apresentação sofrível da seleção, as desculpas virão fáceis nas entrevistas de Parreira e dos jogadores: ''O Uruguai marcou muito bem'', ''O calor da noite uruguaia impediu a gente de jogar'', ''a bola estava redonda demais...''.

Presidente no banheiro
A eleição de Oscar como o primeiro presidente da Nossa Liga de Basquete, entidade independente criada pelos clubes que se rebelaram contra a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), foi inusitada. Durante a reunião que elegia a primeira diretoria da Liga, na segunda-feira, Oscar foi ao banheiro e quando voltou estava eleito presidente. Dirigente do Telemar-RJ, Oscar ficará no cargo por dois anos, sem direito à reeleição no final do período. Fazem parte da Liga os 16 clubes que disputam o atual Campeonato Nacional mais Hebraica, Bauru e Fluminense.

Rodrigo Lima
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