Nada de tapetão
Conforme, o presidente José Danilson de Oliveira, o Nacional não faz parte do grupo de clubes que estaria articulando a permanência na Primeira Divisão através do ''tapetão''. Dirigentes de União Bandeirante, Engenheiro Beltrão e Império do Futebol alegam que a fórmula de disputa deste ano do Estadual fere o Estatuto do Torcedor. ''Aprovei, junto com os outros clubes, a fórmula do Campeonato Paranaense, e não estou articulando uma reviravolta. Se o Nacional fosse rebaixado, teria que disputar a Segundona em 2006'', garantiu Oliveira.

Novo clube em Maringá
Sem representante na Primeira Divisão do futebol estadual, Maringá terá dois clubes na Segundona deste ano, que tem início previsto para 22 de maio. Além do tradicional Grêmio Maringá, a cidade ganhou um novo clube. A Sociedade União Esportiva Maringá está inscrita na Série Prata, que indicará duas equipes para a elite em 2006.

Aníbal do futebol
A confirmação da Esportiva Maringá na Série Prata criou mais um mal-estar entre Onaireves Moura e Aurélio Almeida. Moura deu um ultimato ao presidente do Império do Futebol para deixar o comando do Grêmio Maringá. Almeida já tem três clubes no Paraná. Além do Império e do Grêmio Maringá, o Real Brasil está inscrito na Segundona. O empresário vai no ritmo do falecido deputado estadual Aníbal Khoury, que não se cansava de criar novos municípios.

Eles só pensam naquilo
Os jogadores do Corinthians ainda estão engasgados com a derrota para o Cianorte. Querem fechar a ferida aberta há 15 dias no Willie Davis, em Maringá. O zagueiro Sebá e o atacante Carlos Alberto são os que mais falam em vingança no jogo de volta pela Copa do Brasil, dia 6 de abril, no Pacaembu.

Falta de profissionalismo
Dirigentes da Portuguesa não aceitaram a investida do Santos sobre o técnico Gallo, que conseguiu tirar a Lusa das últimas posições no Paulistão. Acusam os santistas de antiéticos. Quem é antiético e mercenário é o treinador, que deixou o clube num momento bom dentro da competição.

Atrás do dinheiro
Gallo não é o primeiro e nem o último a abandonar o barco. Vários treinadores já correram atrás de melhores propostas financeiras. Ivo Wortmann (Coritiba), Vanderlei Luxemburgo (Santos e Palmeiras), Roberto Fernandes (São Bento, União São João...) e Marco Aurélio (Cruzeiro) são apenas alguns (maus) exemplos de treinadores mercenários que existem pelo Brasil.

Luxo dá lugar à simplicidade
Com quatro casos de sequestro nos últimos meses, os jogadores de futebol estão mudando os hábitos e protegendo seus familiares. A ostentação de carros importados, jóias e relógios caros começa a dar lugar à discrição. A maior preocupação é proteger a família. Das periferias ou cidades do interior, muitos jogadores levaram os familiares para morar em condomínios fechados.

Rodrigo Lima
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