BATE-BOLA
O sonho acabou
A esperança de classificação para a segunda fase da Copa do Brasil acabou, para o Tubarão, em quatro episódios: a derrota por 4 a 1 em Bento Gonçalves, que deixou o Londrina numa situação complicada para o jogo no VGD, a expulsão boba do atacante Bolão, a bola na trave na cobrança de falta de Nem e a insistência do técnico Itamar Bernardes em jogar com três volantes.
Bolinha do Bolão
Bolão cometeu um erro infantil ao tentar pegar a bola após o segundo gol. Prejudicou o Tubarão ao ser expulso ainda no primeiro tempo. O time jogava bem, tinha acabado de fazer o segundo gol e faria, tranquilamente, o terceiro. Era questão de tempo. Sem Bolão, o Londrina perdeu o jogador de velocidade no ataque.
Apoio da arquibancada
A torcida do Londrina está de parabéns. Os quase dois mil torcedores que foram ao VGD incentivaram os jogadores durante todo o jogo. Mesmo com a desclassificação, o torcedor saiu satisfeito do estádio, principalmente pelo bom futebol e pela garra apresentados no primeiro tempo. Tomara que a lua-de-mel, entre torcida e time, dure por muito tempo.
No prejuízo
O Londrina pagou para jogar contra o Esportivo. Da renda de R$ 12.080,00, o clube gaúcho ficou com R$ 275,00 e a diretoria do Tubarão teve que desembolsar R$ 175,70 para complementar todas as taxas e despesas do jogo.
Galácticos em Maringá
A expectativa do torcedor londrinense ver de perto Tevez, Carlos Alberto, Gil e companhia durou apenas algumas horas. Ontem à tarde, a diretoria do Cianorte confirmou que o jogo contra o Corinthians pela segunda fase da Copa do Brasil será em Maringá, no Estádio Willie Davids.
Adap tem novo técnico
Um dia depois da saída de Toninho Cobra, a Adap anunciou a contratação do técnico João Ricardo, 48 anos, que estava no Oeste de Itápolis. O treinador mineiro, que trabalhou somente em clubes do interior paulista, já conquistou três acessos consecutivos no Campeonato Paulista com o Oeste.
Bad boys
Primeiro foi Diego Souza, que não gostou de ser substituído, xingou Estevam Soares e colaborou com a demissão do ex-técnico do Palmeiras. Quarta-feira foi a vez do lateral Fininho fazer gestos obscenos para a torcida do Corinthians após ser substituído. Os dois casos comprovam que alguns jogadores não têm estrutura emocional para jogar em grandes clubes.
Os trapalhões
O futebol da quarta-feira ficou marcada por algumas trapalhadas: em noite infeliz, o goleiro Henao foi o culpado pela derrota do Santos em La Paz; Júnior Baiano culpou o vento pelo gol contra de cabeça no empate do Flamengo com o Ríver; o goleiro Adir falhou no gol do Cene mas depois se redimiu ao defender um pênalti que garantiu a classificação do Cianorte; e o árbitro carioca Edílson Soares da Silva que não confirmou um gol legítimo do Sampaio Corrêa na vitória do Corinthians.
Rodrigo Lima
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