BATE-BOLA
Choradeira paulista
A quantidade de pênaltis marcados a favor do Atlético Paranaense no Brasileirão está deixando a imprensa paulista desconfiada. Vários comentaristas e apresentadores falavam na sexta-feira sobre um possível complô da arbitragem para beneficiar o Furacão. O ex-jogador Neto, da Band, queria saber porque o Atlético tinha 13 pênaltis na competição e outros times, como Palmeiras e Corinthians, não conseguiram tal façanha.
Furacão contra ferrolhos
Pode até ser que algum árbitro tenha errado na marcação de um ou outro pênalti para o Atlético, mas a explicação é simples. O Furacão, com jogadores rápidos como Fernandinho, Jádson e Dagoberto, tem mais chances de sofrer penalidades que Palmeiras e Corinthians, com seus times de ataques inexpressivos. Com os ferrolhos armados por Estevam Soares e Tite, não há árbitro que marque pênalti a favor desses clubes que só se defendem.
Fábio Costa é do Timão
Errei na nota sobre o Santos na coluna de sexta-feira. É claro que o Fábio Costa não é mais goleiro do Santos. Está no Corinthians. Mas como o jogo de quarta-feira foi na Vila Belmiro e o Fábio Costa fez uma grande partida, lembrei dele no gol do Peixe, onde viveu a melhor fase da carreira. O Mauro, atual titular do Peixe, entra na minha lista dos jogadores comuns. Enfraquece ainda mais a frágil defesa santista. Muitos leitores mandaram e-mails reclamando do erro. Peço desculpas e agradeço apoio do leitor Ronaldo de Abreu, de Presidente Prudente (SP).
Jogos Abertos
A cidade de Francisco Beltrão já está trabalhando para sediar a fase final dos Jogos Abertos de 2005, que serão realizados de 4 a 12 de novembro. A estrutura esportiva é boa e conta com 20 ginásios de esportes, 10 campos de futebol e clubes sociais. A corrida contra o tempo será para construir a pista de atletismo.
O dinheiro sumiu
Atletas brasileiros do taekwondo que disputaram a Olimpíada de Atenas estão protestando sobre o atraso dos salários a que têm direito. Liderados por Diogo Silva, os atletas, entre eles Natália Falavigna, que treina em Londrina, tentam chegar a um acordo com a Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD). Seis atletas assinaram contrato em janeiro para receberem R$ 1,5 mil (titulares) e R$ 400 (reservas) até o término da Olimpíada.
Promessa é dívida
Atletas e Confederação acertaram que o pagamento será de R$ 1 mil, no lugar do salário de R$ 1,5 mil. Mas os R$ 6 mil serão pagos, ninguém sabe quando, em três parcelas até o fim de dezembro. A CBTKD diz que espera a liberação do dinheiro pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB)
Frase da semana
''Acredito que de 120 a 150 dias já conseguiremos arrecadar entre R$ 250 mil e R$ 300 mil. Vamos trazer o dinheiro e entregar para o presidente''. De Marcelo Masso Quelho, diretor-presidente do grupo CDI, empresa contratada para cuidar da parte empresarial do Londrina Esporte Clube pelos próximos dois anos.





