BATE-BOLA
Não dá mais
O pior aconteceu. Ninguém queria admitir, pois ainda havia uma pequena possibilidade do Londrina permanecer na Série B do Campeonato Brasileiro. Com o empate no jogo de terça-feira, o pesadelo virou realidade. O rebaixamento não é oficial, mas nem milagre salva mais o LEC, que em dois jogos decisivos em casa fez apenas um ponto. O Tubarão terá que jogar a insonsa Série C em 2005. Se a Segundona já era ruim em alguns fatores, a Terceirona será desgastante para o clube londrinense.
Retorno distante
A Série C tem menos recursos para os clubes, os jogos são disputados em campos esburacados e não são nada atrativos, as despesas são altas, como na Série B, e é muito difícil retornar para a Segunda Divisão. Os rebaixados em 2002, Americano, Botafogo-SP, Guarani-CE e Sampaio Correia ainda penam na Série C e Bragantino e XV de Piracicaba nem figuram mais entre os clubes da Terceirona.
Planejamento
Para repetir o que fazem os clube citados acima, o mais importante neste momento é a diretoria do Londrina iniciar o planejamento para o próximo ano. Não adianta ficar lamentando o rebaixamento. Já é fato. Houve erros e o clube pagará por isso em 2005. É preciso calma e habilidade para montar um grupo forte para o Campeonato Paranaense e que chegue forte e entrosado para a Série C.
Vai cair
Mais clubes usam a calculadora para fazer contas. Segundo o site www.chancedegol.com.br, as chances de rebaixamento de quem esta a perigo: Londrina (99,99%), América RN (88,9%), Joinville (76,4%), Mogi Mirim (69,3%), Anapolina (54,1%), Santo André (44,4%), CRB (43,8%), Remo (39,7%), América-MG (29,7%), Vila Nova (14,3%) e Portuguesa (13,2%).
Extremos
Com 15 anos, a ginasta londrinense Jennifer Oliveira é a atleta mais nova da delegação brasileira em Atenas. No outro extremo está o velejador Torben Grael, com 44 anos. Outro paranaense faz parte da estatística brasileira: o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima é o mais leve (54 quilos) e o judoca Daniel Hernandes o mais pesado (147 quilos).
Religiosa
Questionada sobre o que espera dos Jogos Olímpicos, a adolescente Jennifer, que treina na Unopar, disse que levará Bíblia, terço e rezará antes das provas. ''Acho que a ficha não caiu para mim. As pessoas nem fizeram lista de coisas para eu trazer para Atenas'', declarou a londrinense, ainda emocionada com a presença na Olimpíada.
Ele chamou
O pai do atacante Adriano tinha uma bala alojada na cabeça desde 1992. Esperou 12 anos para ver o sucesso do filho e atendeu o chamado supremo e foi descansar. Ele sabe o que faz.





