BATE-BOLA
Em busca de gols
O Londrina tem hoje sua última chance para continuar sonhando com a Série B em 2005. Uma vitória sobre o Remo fará o clube respirar mais um pouco nesta agoniante fuga do rebaixamento. Empate ou derrota decretará uma ou mais temporadas no limbo da Terceira Divisão. Mais do que nunca, é jogo de vida ou morte para o Tubarão. E Abel Ribeiro sabe da importância dessa partida e treinou a equipe para jogar no ataque. Mas Ribeiro depende ainda da recuperação de Fabrício para escalar três atacantes. Além de ser ofensivo, o time precisa estar com a pontaria em dia para não repetir os erros da terça-feira passada, no jogo contra o Sport, e marcar gols. O Londrina, que marcou apenas oito gols em 15 jogos, tem o pior ataque da Série B.
Vida de goleiro
O goleiro Adir, do Cianorte, que se salvou no naufrágio do Londrina no início da Série B e deixou o clube após a demissão de Caio Júnior, falhou no lance do gol da vitória do Iraty na rodada de abertura da Série C do Campeonato Brasileiro.
Colecionador de títulos
Já virou rotina na carreira do londrinense Élber. Sábado, o atacante conquistou mais um título pelo Lyon. O atual tricampeão francês derrotou o Paris Saint-Germain nos pênaltis (7 a 6) após empate em 1 a 1 no tempo normal e conquistou a Supercopa da França. Élber, que foi campeão francês no primeiro semestre, marcou o gol do Lyon aos 10 minutos do segundo tempo.
Melhores da Copinha
Nove paranaenses estão na relação dos 22 melhores jogadores da 3 Copa Brasil Sub-15. Os laterais Raul (Coritiba), Leandro (Paraná Clube) e Gilvan (Londrina), o zagueiro Leonardo (Atlético), os volantes Foguinho (Londrina) e Arildo (Coritiba), os meias Gerônimo (Flamengo) e Thiago Real (Coritiba) e o atacante Fagner (Coritiba). O melhor treinador, escolhido pela comissão organizadora da Copinha, foi Mauro Antônio da Silva, do Flamengo.
Sem mágoa
Zezé Perrela, homem-forte do Cruzeiro, prova que não guarda mágoas de Vanderlei Luxemburgo. Perrela, que demitiu Luxemburgo do time mineiro, diz que o técnico do Santos, apesar dos problemas fora de campo, vai ganhar o Brasileirão com ''o pé nas costas''.
B bate A
O público de 37.769 do jogo entre Bahia e Joinville, em Salvador, é recorde do ano no Campeonato Brasileiro, entre as Série A e B. O maior público registrado na Série A havia sido no clássico entre Palmeiras e Corinthians, com a marca de 28.644 pagantes. Na Série B, até mesmo o segundo maior público bate a Primeira Divisão. O jogo Fortaleza x Ceará teve 33,4 mil torcedores.
Festa baiana
Na Série A, a melhor média de público é do Corinthians, que leva 13.436 pessoas por jogo aos estádios. Na Série B, o Bahia tem a hegemonia, com média superior a 18 mil torcedores.





