Bate-Bola - Rafael Goleiro do Santos em entrevista exclusiva ao lance!
Vou trabalhar muito para voltar á seleção em 2013
1 - Como avalia seu desempenho em 2012? Termina o ano feliz?
O Acho que foi um ano bom, como foi 2010 e 2011, com dois títulos. Lógico que um dos títulos foi a Recopa, que no Brasil não tem tanta expressão, mas para gente foi importante manter essa média. Tive oportunidade de ser convocado para a Seleção também. Mesmo com a lesão aprendi muito. Apresentei qualidade para estar na Seleção e voltei recuperado. Mais joguei do que tomei gol, foi um ano produtivo esperava que fosse melhor, pela Olimpíada, da qual fui cortado, mas Deus sabe o que faz. Só tenho o que agradecer pela temporada.
2 - 1ndividualmente, você foi melhor em 2011 ou neste ano?
O Acho que o individual é sempre em segundo plano, em primeiro é o clube. 2011 foi melhor pois conquistamos a Libertadores, mas esse ano foi importante porque conseguimos o tri paulista, que só o time do Pelé tinha conseguido. Todo título é importante, é difícil analisar qual ano é melhor. A gente lamenta não ter ido bem no Brasileiro, o que nos afastou da Seleção e tirou visibilidade por não estarmos brigando pelo título. Torcemos para que em 2013 a gente consiga brigar por todos os títulos .
3 - Por que acha que foi "esquecido" por Mano depois da Olimpíada?
O Opção, apenas. Os goleiros que estavam indo mereciam estar lá. Temos muitos bons goleiros e ele estava tentando definir quais jogariam. Vou trabalhar muito para voltar à Seleção em 2013 e falar pouco.
4 - Você fala em ficar a carreira toda no Brasil. Para a Seleção, isso ajuda ou é melhor estar na Europa?
O Depende. Se você estiver fazendo um trabalho bem feito no Brasil, a visibilidade é grande, até porque a imprensa fica em cima. Mas, se estiver fora, chama mais atenção. Não sei, vai de cada treinador
.
5 - Tem alguma meta para 2013?
O Eu me cobro bastante, mas, para goleiro não é que nem atacante... Por exemplo,o Barcos chegou e falou que queria fazer 27 gols. Eu não estipulo números, quero tomar o mínimo possível, jogar mais do que tomar gol, como foi em 2012. Almejo conquistas, valorização, tudo isso a gente pensa para cada ano que passa. Quero continuar fazendo bom trabalho e tomar poucos gols.





