1 Você foi o primeiro técnico de Ceni? É a você que o são•paulino deve agradecer pelo início de tudo?
O (Risos) Não me considero o primeiro técnico. Parei de jogar e formei a escolinha, apenas isso. Depois o Grêmio Industrial Pato-branquense (GIP) cresceu muito. E surgiram Pato e outros também, como Lavardinha, que mora aqui e já foi convocado para a Seleção de futsal. Todos de Pato Branco.

2 É verdade que algumas pessoas da cidade têm mágoa de Rogério por muito se falar de Sinop sobre o seu início e pouco de Pato Branco?
O Não, vamos esclarecer. Algumas pessoas não simpatizam porque ele não fala muito que é de Pato Branco, só de Mato Grosso. Ele peca um pouquinho quando não diz que nasceu aqui, mas tem documentos que provam que ele é daqui. E ele não nega.

3 As pessoas gostam de Alexandre usar o nome da cidade...
O Gostam muito. Ele é o único cara famoso que usa o nome da cidade, foi um apelido que deram lá no Internacional. Mais ninguém é conhecido por Pato, que eu saiba...

4 Ceni costuma vir a Pato Branco?
O Quando morreu a mãe, ele veio em Chopinzinho (PR), a uns 40km. Estava fora do país, mas veio.
Nota da redação: a mãe de Ceni, Hertha, morreu em agosto de 1993. Ele disputava o Torneio Tereza Herrera, na Espanha, com o São Paulo.

5 Você diz que Ceni era um bom pivô na infância. Como o vê hoje?
O Eu apostava que ia ser bom jogador, mas não sabia que ia mudar de posição e se destacar assim. Tem goleiro que não tem habilidade com o pé, mas vejo os lançamentos que ele dá, a bola parada, é difícil ele errar um passe... Isso vem do talento de criança.

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