Bate-Bola - 'A gente tem que se unir. Depois pode ser tarde'
-1- O que falta para o São Paulo sair dessa situação ruim no ano?
- De novo, é muito fácil falar o que falta: faltou acabar o jogo com 11. A gente perde muito jogador na partida e isso com dez, 15 minutos, faz diferença quando pode tentar a reação. Temos que ter a cabeça mais centrada. Não dá para jogar sempre com um a menos, fica difícil. É um período que temos que nos acertar. É um momento delicado que estamos passando e entendemos a cobrança da torcida que quer resultado imediato, mas não vai ser simples de reverter... No mata-mata claro que dá para sair vitorioso, mas a longo prazo descemos um pouco a ladeira e temos que nos ajeitar para subir novamente.
-2- As críticas da torcida têm pesado para o momento na temporada?
-As vaias, em um grupo jovem como o nosso... Até muitas vezes é válido, é justo. A perspectiva amédio prazo não é das melhores. Temos uma grande evolução com a chegada do Paulo. Ele é uma peça que pode fazer diferença. Nós precisamos do torcedor. Se o torcedor abandonar a gente, aí fica difícil. E temos muito carinho por eles.
-3- De que forma o São Paulo pode reagir e voltar às vitórias?
- Temos a Recopa quarta-feira, o São Paulo já venceu muitas vezes o Corinthians no Pacaembu, isso (clássico) é um combustível natural. Agora, para um campeonato de 38 rodadas e que já foram oito para nós, termos só oito pontos, é muito pouco.A gente tem que se unir.Erros passados, sejam lá de que lado foram cometidos, têm que ser superados nesse momento, que é cedo. Depois pode ficar muito tarde.






