Bate- Bola - Gilson Kleina
O time o abraçou após o gol da vitória e ainda lhe deu ovada no vestiário. Como foi?
O abraço foi pelo aniversário mesmo. Inclusive tomei uns tapas na cabeça, porque preciso ver quem foi. Fico feliz por quem estava torcendo por mim. Agora vamos conversar (sobre a ovada). Armaram uma casinha para mim. Mas
hoje (ontem) está valendo.
Por que você trocou Ayrton pelo Patrick Vieira no intervalo?
A substituição do Ayrton foi porque estamos trabalhando algumas situações. Coloquei Wendel por dentro no começo para liberar o Léo Gago e o Denoni. Mas quando saiu a escalação com o 4-3-3 do Linense, o mesmo que o Mirassol
usou, coloquei o Ayrton de ala, muito qualificado nessa situação. A troca foi para colocar um jogador mais agudo e segurar o Wendel que é melhor na marcação.
O ambiente do vestiário já melhorou depois da goleada sofrida?
O ambiente no Palmeiras é muito bom. Claro que, quando acontece o acidente de quarta, todos ficam sentidos por tudo o que aconteceu. Estamos muito focados no trabalho. Sabemos que o desempenho da equipe passa por vários fatores.
Foi a sua semana mais difícil para para trabalhar no Palmeiras?
QFoi. Uma noite que ninguém dormiu. Senti muito. Todos nós temos vergonha na cara.





