São Paulo - O comando da seleção brasileira feminina de basquete está indefinido. O técnico Paulo Bassul ainda não sabe se continua no cargo, mas aposta na sua permanência. Ele quer comandar o time no Mundial de 2010, que acontecerá na República Checa.
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) já avisou que não tem pressa para definir o treinador da seleção feminina. ''Estou tranquilo. Em um ano normal, todo mundo falaria que eu continuo sendo o técnico'', disse Bassul. ''Mas, como houve mudança de gestão e não houve um compromisso de longo prazo (era até a Copa América, em setembro), a gente ficou de sentar depois para conversar, a coisa está em suspenso. Não houve um movimento nem no sentido de dispensa, nem no de renovação'', explicou Bassul.
O técnico de 42 anos, inclusive, já analisa os adversários do Brasil no Mundial de 2010 - pelo sorteio realizado na última semana, a seleção enfrentará Espanha, Coreia do Sul e Mali na primeira fase do campeonato. Para Bassul, o grupo ficou bom para as brasileiras.
''Entre Espanha e Brasil há um equilíbrio muito grande. Já a Coreia, que é um time que aposta nos tiros de três pontos, sempre pode surpreender'', explicou Bassul, apontando nos três times que, segundo ele, irão à segunda fase do Mundial nesse grupo - Mali é o azarão.

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