Basquete: torneio ratifica hegemonia brasileira
Vitória, 30 (AE) - A história do Campeonato Sul-Americano Feminino de Basquete tem sido a mesma há muito tempo. E o jogo de estréia da seleção brasileira no torneio, quinta-feira à noite, no Ginásio do álvares Cabral, no Espírito Santo, indica que vai repetir-se este ano. O Brasil venceu o Equador por 139 a 57 (77 a 40), uma diferença de 82 pontos, 29 deles marcados pela pivô Alessandra, que acaba de chegar da Europa, onde jogou pelo Como, da Itália. A hegemonia da seleção, que busca o sétimo título sul-americano consecutivo, evidencia o abismo existente entre o Brasil e os demais países do continente. O Brasil volta à quadra amanhã, às 18 horas, no mesmo ginásio, para enfrentar a Venezuela na terceira rodada da competição (com ESPN Brasil).
A lateral Janeth tem chegada em Vitória prevista para as 15 horas. Mas o técnico Antônio Carlos Barbosa ainda não sabe se escalará a jogadora no decorrer da partida. "Vamos conversar", disse o técnico. Barbosa definiu o seu time com Helen, Adriana, Roseli, Alessandra e Rosângela. Se Janeth não entrar em quadra nessa rodada, poderá entrar no jogo seguinte, contra a Bolívia, ou na segunda-feira, contra a Argentina. A preocupação do treinador é ter Janeth no grupo que segue para a disputa do Pré-Olímpico de Havana, de 12 a 17, depois do Sul-Americano.
AVANÇO - "Essa disparidade técnica é reflexo do excelente estágio em que se encontra o basquete feminino do Brasil", afirma o treinador. "Hoje, a seleção joga muito confiante, tem um contra-ataque veloz e jogadoras altas", comenta. "Contra adversários frágeis torna-se demolidora." Na abertura do Sul-Americano, o técnico aproveitou a facilidade diante do Equador para revezar em quadra todas as jogadoras, titulares e reservas. A pivô Rosângela - que substitui Leila, que não se apresentou e nem apresentou justificativa para a ausência -, foi a que mais jogou. Rosângela permaneceu 26 minutos em quadra. Deste time, apenas seis jogadoras estiveram no último Mundial, na Alemanha.





